Percebeu que a cabecinha do seu bebê está torta ou achatada e o coração apertou?
Nos primeiros meses de vida, o crânio do bebê passa por um processo natural de crescimento e adaptação. Por isso, a avaliação precoce é essencial para definir a conduta mais adequada em cada caso.
Entre 0 e 3 meses: em muitos casos, orientações, fisioterapia, osteopatia e reposicionamento já são suficientes, sem necessidade de órtese craniana.
Entre 4 e 6 meses: ainda é possível tratar com abordagens conservadoras, embora o acompanhamento possa ser mais rigoroso.
Entre 6 e 12 meses: é o período em que a órtese craniana pode ser indicada quando necessária, com melhor potencial de resposta ao tratamento.
Entre 12 e 18 meses: o uso da órtese ainda pode ser considerado, porém os resultados podem variar e nem sempre permitem correção total da assimetria.









